
O óleo de transmissão é um dos elementos mais importantes para o bom funcionamento de veículos e máquinas. Ele é responsável por lubrificar engrenagens, reduzir o atrito entre componentes, controlar a temperatura e garantir trocas de marcha suaves.
Além do setor automotivo, esse tipo de lubrificante também tem papel essencial em equipamentos industriais e agrícolas.
Neste guia da Synthetic Lubrificantes, você vai conhecer os principais tipos de óleo de transmissão, entender suas aplicações e descobrir como escolher a opção correta para cada situação.
O óleo de transmissão é um lubrificante formulado para proteger e garantir a eficiência dos sistemas de transmissão.
Diferente do óleo de motor, que atua na combustão, o óleo de transmissão trabalha diretamente nas engrenagens, sincronizadores e rolamentos, evitando o desgaste e prolongando a vida útil do conjunto.
Ele pode ser encontrado em versões minerais, semissintéticas ou sintéticas, com diferentes aditivos que aumentam sua performance em condições severas.
Sem o óleo de transmissão, as engrenagens trabalhariam em contato direto, gerando atrito excessivo, superaquecimento e falhas mecânicas. Além disso, o lubrificante ajuda a manter impurezas em suspensão, facilita as trocas de marcha e reduz o consumo de combustível.
A falta de óleo ou a utilização incorreta pode comprometer seriamente o câmbio, resultando em reparos caros ou até na substituição completa da transmissão.
Indicado para caixas de câmbio manuais, ele garante a suavidade nas trocas e protege engrenagens e sincronizadores. É comum que utilize classificações GL-4 ou GL-5, que determinam o nível de aditivação e proteção.
Projetado para câmbios automáticos, esse óleo é conhecido como ATF (Automatic Transmission Fluid). Além de lubrificar, ele também atua como fluido hidráulico, responsável por acionar válvulas e embreagens internas.
Específico para transmissões continuamente variáveis, o CVT requer um óleo formulado para suportar altas pressões e manter a fluidez necessária em polias e correias metálicas.
Além do câmbio, o óleo de transmissão também é utilizado em diferenciais, garantindo o funcionamento correto em curvas e a proteção contra desgaste em condições de alta carga.
A escolha deve levar em conta três fatores principais:
Utilizar o óleo errado pode comprometer o desempenho, gerar ruídos e até causar falhas graves no sistema de transmissão.
Assim como o óleo do motor, o óleo de transmissão também precisa ser trocado periodicamente. O intervalo varia conforme o tipo de transmissão:
Trocar no prazo correto evita superaquecimento, ruídos e travamentos.
Esses sinais indicam que é hora de verificar o nível e a qualidade do óleo.
Os aditivos são fundamentais para potencializar o desempenho do óleo. Eles ajudam a reduzir a formação de espuma, protegem contra a corrosão, aumentam a resistência ao desgaste e melhoram a estabilidade térmica.
Nos óleos para transmissões automáticas e CVT, ainda existem aditivos que garantem a performance do sistema hidráulico.
Além dos veículos, o óleo de transmissão também tem papel importante em máquinas industriais e agrícolas. Tratores, colheitadeiras, escavadeiras e empilhadeiras utilizam transmissões que dependem de lubrificação constante para operar em ambientes severos.
Nesses casos, a escolha correta do óleo garante maior produtividade e menor tempo de parada para manutenção.
A Synthetic Lubrificantes oferece linhas completas de óleo de transmissão para câmbios manuais, automáticos, CVT e diferenciais.
Seus produtos são formulados com tecnologia avançada, aditivos de alta performance e certificações internacionais, garantindo máxima proteção e durabilidade.
Além disso, a marca presta suporte técnico a oficinas, frotistas e consumidores finais, ajudando a escolher o óleo ideal para cada aplicação.
Com a evolução dos sistemas de transmissão, os óleos também estão se modernizando.
Hoje já existem versões de longa duração, projetadas para reduzir a frequência de trocas. Outra tendência é a integração de sensores que monitoram em tempo real a condição do óleo de transmissão, alertando o motorista sobre o momento certo da substituição.
É o lubrificante responsável por proteger e garantir a eficiência dos sistemas de câmbio manual, automático, CVT e diferenciais.
Depende do tipo de transmissão, variando entre 40.000 e 80.000 km.
Sim. É conhecido como ATF e também funciona como fluido hidráulico.
Dificuldade para engatar marchas, ruídos metálicos, cheiro de queimado e trocas lentas.
Sim. A empresa possui linhas completas, com produtos desenvolvidos para veículos leves, pesados e máquinas industriais.