
O óleo mineral é um dos tipos de lubrificantes mais tradicionais do mercado e ainda hoje tem papel relevante tanto no setor automotivo quanto no industrial. Produzido a partir do refino do petróleo, ele foi durante décadas a base principal dos lubrificantes utilizados em motores e máquinas.
Apesar do avanço dos óleos sintéticos e semissintéticos, o óleo mineral continua sendo uma opção viável em diversas aplicações, principalmente pela sua acessibilidade e pela boa proteção em equipamentos menos exigentes.
Neste artigo da Synthetic Lubrificantes, você vai entender o que é o óleo mineral, como ele é produzido, onde pode ser aplicado e quais são suas vantagens e limitações em comparação a outros tipos de lubrificantes.
O óleo mineral é obtido a partir do refino do petróleo bruto. Durante o processo, diferentes frações do petróleo são separadas, resultando em compostos que podem ser utilizados como lubrificantes.
Após esse refino, o óleo recebe aditivos que melhoram seu desempenho, como antioxidantes, detergentes, antidesgaste e antiespumantes.
Por ser derivado diretamente do petróleo, o óleo mineral apresenta moléculas de diferentes tamanhos, o que influencia na sua estabilidade e durabilidade. Essa característica faz com que ele precise de trocas mais frequentes em comparação aos sintéticos.
A função básica do óleo mineral é reduzir o atrito entre peças metálicas, formando uma película que evita o contato direto. Ele também ajuda a dissipar calor, proteger contra corrosão e manter as impurezas em suspensão até que sejam retidas pelo filtro.
Apesar de não oferecer a mesma estabilidade térmica e resistência à oxidação dos sintéticos, o óleo mineral cumpre bem seu papel em motores mais simples e equipamentos que não exigem desempenho extremo.
O óleo mineral tem diversas aplicações, que vão desde veículos automotivos até equipamentos industriais.
Em veículos fabricados há mais tempo, que não contam com tecnologias modernas de combustão e pós-tratamento de emissões, o óleo mineral ainda é indicado. Ele garante lubrificação adequada e atende bem à necessidade desses motores.
Tratores e colheitadeiras também podem utilizar óleos minerais, principalmente em operações de baixa a média exigência.
O óleo mineral é utilizado em compressores, sistemas hidráulicos, engrenagens e outras máquinas que não trabalham sob condições extremas de pressão e temperatura.
Existem óleos minerais especialmente tratados para uso em indústrias alimentícias e farmacêuticas, conhecidos como óleos brancos. Eles são seguros para contato incidental com alimentos e medicamentos.
O óleo mineral oferece benefícios que explicam sua popularidade ao longo dos anos:
Essas vantagens fazem dele uma opção prática para consumidores que priorizam economia imediata.
Apesar de suas qualidades, o óleo mineral possui limitações. Ele oxida mais rápido, perde propriedades em menos tempo e precisa ser trocado em intervalos menores.
Além disso, não é a melhor opção para motores modernos, que exigem maior estabilidade e resistência a altas temperaturas.
Por isso, muitos fabricantes recomendam a substituição por óleos sintéticos ou semissintéticos em veículos e máquinas de nova geração.
Quando comparado ao óleo sintético, o mineral tem menor durabilidade e estabilidade. Já em relação ao semissintético, ele perde em performance, mas ganha em custo.
Assim, a escolha deve levar em consideração o tipo de motor, o perfil de uso e as recomendações do fabricante. Em motores antigos, o óleo mineral pode ser suficiente. Em veículos modernos, a recomendação é migrar para alternativas mais avançadas.
Os aditivos são essenciais para melhorar as propriedades do óleo mineral. Eles ajudam a evitar oxidação, controlam a formação de depósitos e reduzem o desgaste. Sem eles, o desempenho seria bastante limitado.
Mesmo com os aditivos, no entanto, o óleo mineral não alcança a mesma performance dos sintéticos, já que sua base apresenta restrições de origem.
Uma questão relevante é o impacto ambiental. O óleo mineral gera resíduos que precisam ser descartados corretamente. O descarte inadequado pode causar sérios danos ao meio ambiente. Por isso, é essencial seguir as orientações de coleta e reciclagem de óleos usados.
A Synthetic Lubrificantes oferece óleos minerais de alta qualidade, formulados com aditivos modernos que garantem desempenho confiável.
Mesmo em aplicações onde o mineral é suficiente, a marca busca oferecer produtos que unem custo acessível e segurança, com certificações e testes laboratoriais que asseguram a confiabilidade.
Isso faz da Synthetic uma parceira ideal para oficinas, auto centers, indústrias e produtores rurais que utilizam equipamentos que ainda dependem do óleo mineral.
O mercado de lubrificantes caminha para o crescimento dos óleos sintéticos, impulsionado por normas ambientais e motores cada vez mais exigentes. No entanto, o óleo mineral continuará tendo espaço em segmentos que priorizam custo e simplicidade.
A tendência é que sua aplicação seja cada vez mais específica, atendendo nichos de mercado como máquinas agrícolas, motores antigos e alguns setores industriais.
É um óleo derivado do refino do petróleo, utilizado como lubrificante em motores e máquinas.
Em carros antigos, máquinas agrícolas e equipamentos industriais de baixa exigência.
O mineral vem do petróleo e tem menor durabilidade, enquanto o sintético é produzido em laboratório e oferece maior estabilidade e proteção.
Sim, desde que respeitadas as especificações do fabricante e a viscosidade recomendada.
Sim. A empresa possui linhas de óleo mineral formuladas com aditivos modernos, garantindo qualidade e segurança.