
O óleo para CVT é um dos elementos mais importantes para o bom funcionamento de veículos com câmbio continuamente variável.
Diferente de transmissões manuais ou automáticas tradicionais, o câmbio CVT trabalha com polias e correias metálicas, exigindo um lubrificante específico para suportar pressão constante e manter a fluidez necessária para trocas suaves.
Neste guia completo da Synthetic Lubrificantes, você vai descobrir o que é o óleo para CVT, qual sua função, quando deve ser trocado, os principais sintomas de desgaste e como escolher o produto certo para proteger sua transmissão.
O câmbio CVT (Continuously Variable Transmission) é um tipo de transmissão que não utiliza engrenagens fixas. Em vez disso, trabalha com duas polias ligadas por uma correia ou corrente metálica, permitindo variações infinitas de marcha.
Isso garante aceleração contínua, sem trancos, maior eficiência energética e conforto na condução.
Para suportar esse funcionamento diferenciado, o óleo para CVT deve ser formulado com propriedades específicas, diferentes das encontradas nos óleos de transmissão convencionais.
O óleo de transmissão CVT tem múltiplas funções:
Sem o óleo para CVT correto, o câmbio pode sofrer superaquecimento, patinação e até falhas irreversíveis.
A periodicidade da troca varia conforme a recomendação do fabricante, mas geralmente ocorre entre 40.000 e 60.000 km. Em condições severas, como trânsito intenso, subidas frequentes ou transporte de carga, a troca deve ser feita antes.
Ignorar os prazos pode resultar em desgaste precoce da correia metálica e das polias, comprometendo toda a transmissão.
É possível identificar sinais claros de que o óleo perdeu suas propriedades:
Um câmbio CVT bem lubrificado deve ser suave. Se você sentir trancos ou lentidão, pode ser sintoma de óleo vencido.
Assobios, chiados ou barulhos metálicos durante a condução indicam falta de lubrificação adequada.
Se o câmbio esquenta mais que o normal, o óleo para CVT pode não estar conseguindo dissipar o calor.
Odor forte após rodar em trânsito pesado é sinal de que o óleo já perdeu sua eficiência.
O óleo usado em câmbios manuais ou automáticos tradicionais não serve para CVT. Isso porque cada transmissão tem necessidades específicas.
Enquanto o ATF comum atua também como fluido hidráulico em automáticos, o óleo para CVT precisa suportar atrito contínuo em polias e correias.
Utilizar o óleo errado pode causar falhas graves e até a necessidade de substituição completa do câmbio.
A escolha deve sempre respeitar as recomendações do fabricante do veículo. Existem diferentes formulações de óleo CVT, e cada montadora pode exigir uma especificação própria.
Além disso, optar por marcas confiáveis, como a Synthetic Lubrificantes, garante que o produto atenda às normas internacionais e ofereça a proteção necessária.
Essa é uma dúvida comum. A resposta é não. Completar com óleo de transmissão manual ou automático tradicional pode comprometer seriamente o funcionamento do câmbio CVT.
Se for necessário completar em caso de emergência, deve-se providenciar a troca completa do óleo assim que possível.
Verificar o nível do óleo regularmente e respeitar os prazos de troca evita problemas graves. A falta de manutenção pode levar ao superaquecimento, patinação e falhas de componentes internos, resultando em reparos caros.
Investir no óleo para CVT correto é uma forma de prolongar a vida útil da transmissão e garantir a segurança do veículo.
A Synthetic Lubrificantes desenvolve óleos para CVT com formulações avançadas, que oferecem proteção contra desgaste, maior estabilidade térmica e máxima durabilidade. Os produtos são testados em laboratório e certificados para atender aos mais rigorosos padrões de qualidade.
A marca se diferencia por oferecer não apenas o produto, mas também suporte técnico para oficinas e motoristas, garantindo a escolha correta do óleo para CVT em cada aplicação.
Com o crescimento da frota de veículos equipados com câmbio CVT, a demanda por óleos específicos vem aumentando.
As tendências apontam para produtos de longa duração e com menor impacto ambiental, além de tecnologias que permitem monitorar em tempo real a qualidade do óleo dentro da transmissão.
É um lubrificante específico para transmissões continuamente variáveis, formulado para suportar atrito constante entre polias e correias.
Em média entre 40.000 e 60.000 km, ou antes em condições severas de uso.
Trocas lentas, trancos, ruídos, cheiro de queimado e superaquecimento.
Não. O óleo ATF tradicional não atende às necessidades de uma transmissão CVT.
Sim. A empresa possui linhas completas de óleo para CVT, formuladas com tecnologia avançada e certificações internacionais.