
Quem trabalha com manutenção automotiva ou industrial já ouviu falar em tabela de óleos lubrificantes. Essas tabelas são guias que ajudam a entender a classificação, a viscosidade e o tipo ideal de óleo para cada aplicação.
Mais do que uma simples lista de números e letras, elas representam um padrão internacional que garante a escolha correta para proteger motores e máquinas.
Neste guia da Synthetic Lubrificantes, vamos explicar como funcionam as tabelas, quais são os principais critérios de classificação, como interpretar as siglas e de que forma essa informação pode ajudar na escolha do produto adequado.
A tabela de óleos lubrificantes é um sistema de padronização criado para orientar fabricantes, mecânicos e consumidores sobre as características do óleo.
Ela mostra dados como viscosidade, desempenho em diferentes temperaturas, padrões internacionais de qualidade e aplicações recomendadas.
Essa tabela foi criada para evitar erros de escolha, já que cada motor ou máquina precisa de um lubrificante específico. Assim, entender a tabela é um passo essencial para garantir eficiência, economia e durabilidade.
As tabelas utilizam códigos reconhecidos mundialmente. Os dois mais usados são a classificação de viscosidade SAE e as normas de desempenho API e ACEA.
A SAE (Society of Automotive Engineers) criou a escala de viscosidade mais utilizada. Ela indica se o óleo é mais fluido ou mais espesso em determinadas temperaturas. Termos como 5W30, 10W40 e 15W50 vêm dessa classificação.
O número antes da letra “W” representa o desempenho em baixas temperaturas (Winter). Já o número após o “W” mostra o comportamento do óleo em altas temperaturas.
A API (American Petroleum Institute) define padrões de qualidade e desempenho. Para motores a gasolina, usa-se a letra S (Service), e para motores a diesel, a letra C (Commercial). Quanto mais avançada a letra seguinte, mais moderno é o óleo.
A ACEA é a associação europeia que também define padrões de desempenho. Ela utiliza códigos como A3/B4 ou C3, que indicam uso em motores leves, pesados e até compatibilidade com sistemas de pós-tratamento de emissões.
Interpretar a tabela de óleos lubrificantes exige atenção a alguns pontos principais. Primeiro, é importante identificar se o motor é a gasolina, etanol, flex, diesel ou híbrido.
Depois, analisar a viscosidade recomendada no manual do fabricante. Por fim, verificar se o óleo atende às normas API ou ACEA exigidas.
Ao unir essas três informações, é possível escolher o produto ideal, evitando falhas mecânicas e preservando o desempenho do motor.
No setor automotivo, a tabela de óleos lubrificantes funciona como um mapa de segurança. Cada carro, moto ou caminhão tem especificações próprias que devem ser seguidas.
Usar um óleo fora do padrão pode causar superaquecimento, desgaste precoce e até perda da garantia do veículo.
A Synthetic desenvolve produtos que atendem às principais especificações de montadoras, oferecendo segurança tanto para veículos leves quanto pesados.
As tabelas não servem apenas para carros. No setor industrial, elas também são fundamentais. Máquinas que utilizam óleo hidráulico, compressores e sistemas de transmissão dependem dessas informações para escolher o produto correto.
A utilização inadequada pode comprometer não só a máquina, mas toda a linha de produção. Por isso, engenheiros e gestores industriais consultam constantemente tabelas para definir os óleos que suportam altas cargas e temperaturas extremas.
Ignorar as recomendações da tabela de óleos lubrificantes é um risco caro. O motor pode acumular borras, perder potência e sofrer desgaste acelerado.
Em máquinas industriais, as consequências podem incluir paradas inesperadas, aumento de custos com manutenção e até acidentes operacionais.
Esse é um dos motivos pelos quais a Synthetic reforça a importância de sempre consultar a classificação correta antes da aplicação.
As tabelas indicam não apenas viscosidade, mas também o tipo de óleo. Os minerais são derivados do refino do petróleo e exigem trocas mais frequentes.
Os sintéticos são fabricados em laboratório, oferecendo maior resistência e durabilidade. Já os semissintéticos equilibram custo e desempenho, sendo muito utilizados em veículos de uso diário.
Ao interpretar uma tabela, é comum encontrar a indicação do tipo de óleo, ajudando na escolha de acordo com o perfil de uso.
A Synthetic Lubrificantes adota as principais normas internacionais em seus produtos, o que garante compatibilidade com motores modernos e máquinas industriais. Todos os óleos passam por testes em laboratório e seguem padrões reconhecidos, assegurando qualidade.
Isso significa que, ao consultar uma tabela de óleos lubrificantes, o cliente encontra facilmente produtos da Synthetic que atendem às exigências. Essa padronização oferece segurança tanto para oficinas e auto centers quanto para indústrias.
Ela ajuda a identificar o óleo certo para cada aplicação, evitando erros e aumentando a durabilidade dos motores e máquinas.
O número antes do W indica fluidez em baixas temperaturas e o número após indica viscosidade em altas temperaturas.
A API é uma classificação americana e a ACEA é europeia, ambas avaliam o desempenho do óleo em motores.
Não é recomendável. Isso pode comprometer a eficiência e causar falhas mecânicas.
Sim, todos os óleos da Synthetic atendem normas internacionais, garantindo compatibilidade e desempenho confiável.